Retrospectiva 2017

Por: Torcida Mancha -

Confira como foi o ano de 2017 para a Torcida Mancha Alvi Verde e para a Sociedade Esportiva Palmeiras

JANEIRO/2017

PALMEIRAS – Atual Campeão Brasileiro, o time de 2017 que a imprensa exaltava e a torcida se gabava. Perdeu “apenas” o Gabriel Jesus e ainda reforçou o já forte elenco (era o que todos diziam). O treinador unanimidade tinha saído por motivos pessoais. Sem o Cuca, a nova diretoria do Verde optou por Eduardo Baptista… Um técnico promissor. Alguns ficaram com a pulga atrás da orelha e a grande maioria acreditou.

MANCHA – A torcida seguia um caminho diferente, aonde a malandragem imperava. Existia a distância da escola de samba e alguns bairros e líderes não eram bem-vindos. Só que o time vinha de dois títulos nacionais e as coisas iam caminhando.

FEVEREIRO/2017

PALMEIRAS –  Começa a disputa pelo Paulistão e, logo no primeiro jogo, a diretoria antiga da Mancha Alvi Verde puxa o nome do Cuca na arquibancada, gerando a primeira polêmica para a imprensa divulgar. O artilheiro da Libertadores , Borja, até que enfim é contratado. E, de forma UNÂNIME, é referenciado pela imprensa e carregado nos ombros pela torcida. A partir daí a soberba passou a fazer parte de 99% dos palmeirenses. Era piadinha de viagem para Dubai, era final do Mundial contra a Juve. Éramos os favoritos para tudo.

MANCHA – Foi o mês do início do fim… Na véspera do Carnaval, um bonde resolveu ser covarde e arrastar no Bloco Barracão Folia, agredindo mulheres, batendo em alguns desafetos da Zona Sul. E a Zona Sul foi até a sede no dia seguinte. E isto foi o estopim para ser formado o Bloco (composto por algumas quebradas que estavam insatisfeitas com a diretoria da Mancha).

MARÇO/2017

PALMEIRAS – Éramos o Real Madrid brasileiro. Com Felipe Melo, Guerra (o melhor da Liberta/16), Borja, Keno (destaque Brasileirão), William Bigode e outros nomes em um elenco decantado como o melhor do Brasil, o mais caro com certeza. Estreamos na Libertadores como favoritos empatando com o Tucumán e uma vitória na garra e com cara de Libertadores contra o Jorge Wilstermann. Ainda ganhamos, nesse mesmo mês, dois clássicos: contra o Santos e goleamos o time que se apequenou (São Paulo).  Só que a pressão da imprensa e de boa (coloca boa nisso) parte da torcida era em cima do Eduardo Baptista. Apesar dos resultados, o futebol não enchia os olhos.

MANCHA – O fim de uma era. Aquela Mancha Alvi Verde morreu junto com o seu fundador que foi assassinado de forma covarde e com participação/colaboração de alguns que se diziam Mancha. Foi o pior momento de uma entidade. Foi o pior momento da Mancha.

O Bloco se encerrou e junto com algumas pessoas que estavam distantes, outras que estavam no dia a dia, porém insatisfeitas, a velha e a nova geração se juntaram e se levantaram em nome do Moacir Bianchi. Foi feita uma assembleia e apresentado o conselho gestor, novo presidente e vice. A relação dos excluídos da entidade foi publicada. Começamos do zero.

ABRIL/2017

PALMEIRAS – Mês complicado e decisivo. As dúvidas sobre o Eduardo Baptista começaram a ficar pesadas, principalmente após a derrota no primeiro jogo para a Ponte por 3×0 (e no jogo de volta não revertemos e fomos eliminado no Paulista). Só que o foco da torcida em geral era a Liberta. “O Paulistinha deixa para as sereias e os gambás” (esse era o discurso de 11 entre 10 palestrinos). Ainda tivemos em abril o jogo épico contra o Peñarol. Após os 2×0 viramos o jogo para 3×2 e com direito a batalha campal e com Felipe Melo representando em campo e a Mancha na bancada.

MANCHA – A entidade estava falida financeiramente, devendo para todos os fornecedores, a sede aonde foi orquestrado o assassinato do Moacir foi fechada. A torcida estava com a loja dentro da escola de samba. Antes do jogo contra a Ponte fomos ao CT com mais de mil manchistas para dar apoio e passar confiança, ainda fizemos uma carta para cada jogador dando apoio.  E, ao final desse mês de abril, tivemos a batalha de Montevidéu. Aonde a Mancha salvou vidas ao segurar um estádio inteiro. Fomos exaltados até pela mídia, tivemos o reconhecimento do “povão”. Todos os palmeirenses que estiveram no Uruguai agradeceram à Mancha. Como diria o Felipe Melo: “foi uma briga com responsabilidade”. A nova Mancha já se fazia presente e dava para perceber, em dois meses, que algo tinha mudado… O “um por todos e todos por um” era uma realidade. E a batalha de Montevidéu foi importante para a nossa autoestima. Fomos buscar no aeroporto os jogadores e também os seguranças do Palmeiras que representaram.

MAIO/2017

PALMEIRAS – Eduardo Baptista caiu após a derrota na Liberta para o time uruguaio. Chegou o Cuca… Pronto!! Agora ninguém segura, já fecha o pacote para Dubai? O técnico que todos os palmeirenses sonhavam! Tudo bem que chegou com cara emburrada, dizendo que o elenco (apesar dos reforços) era mais fraco que o anterior. Só que era o Cuca e ia fazer o time voar. Depois que goleamos o Vasco, o foco era a Juve no final do Mundial. A soberba tomou conta da nossa torcida. No final daquele mês perdemos para as meninas no Morumbi e nos classificamos na bacia das almas na Copa do Brasil. Achamos um gol no Beira Rio e, apesar da derrota para o Inter, passamos.

MANCHA – Era nítido que o clima mudou, as pessoas eram bem recebidas dentro da quadra. O pessoal da escola e da torcida começou a conviver junto e se respeitar (pintamos a quadra juntos). Começamos a sair de cada quebrada antes de jogos importantes para recuperar a união perdida. A caravana contra o Inter foi por R$ 20,00. Passamos a ter a confiança do Ministério Público, promotoria, batalhão de choque. Nessa época começaram as conversas para o retorno de todas as torcidas. E foi liderada pela Mancha e Independente junto à promotoria. A relação com o Palmeiras também foi ajustada com algumas reuniões com Mauricio, Mattos e até o elenco.

JUNHO/2017

PALMEIRAS – Um mês morno, sem libertadores e Copa do Brasil, o foco foi o Brasileirão. E a expectativa do time engrenar com o Cuca. O primeiro mês teve muitos jogos, sem tempo de treinar, e agora era esperar que o Cuca ia dar jeito. A torcida tinha a obsessão pela Libertadores, só que não abria mão da Copa do Brasil e Brasileiro. Tínhamos elenco (não estava jogando bem ainda) e o melhor treinador do Brasil. Logo, logo entra nos trilhos (todos pensavam assim). Perdemos um clássico na Vila, mas o Cuca e o time têm crédito. Depois de um primeiro tempo vergonhoso aonde perdíamos de 3 para o Cruzeiro, no segundo tempo, empurrado pela torcida e com uma garra fantástica, o time fez 3 gols e empatou um jogo perdido. Vamos esperar.

MANCHA – Aconteceu o 1º Festival da União Moacir Bianchi , aonde tivemos em torno de 5 mil pessoas transitando durante o dia na nossa quadra,  foi servido churrasco de graça, das 9hr da manhã até às 17hr. Foi o primeiro evento envolvendo todas as quebradas com a nova gestão da Mancha. Esse mês ainda fizemos uma campanha de doação de sangue no HC. Conseguimos aproximar uma nova liderança na Leste, com a rapaziada antiga voltando e se juntando à nova geração. E a nova loja na rua Turiassu estava a todo vapor na reforma. E, nos bastidores, a negociação para o retorno das torcidas ficava cada vez mais forte.

JULHO/2017

PALMEIRAS – Um mês importante com os primeiros jogos da fase mata a mata da Libertadores e a segunda partida da Copa do Brasil e ainda vários jogos do Brasileirão. Começamos a perceber que tinha algo de podre no reino da Dinamarca. Perdemos em Guayaquil um jogo fácil. Perdemos para os gambás em casa e não jogando nada. E fomos eliminados pelo Cruzeiro na Copa do Brasil e ainda o Felipe Melo foi afastado. A torcida perdeu a arrogância do início do ano, o Cuca continuava com crédito apesar do time ter apresentado duas ou três partidas que empolgassem, os demais jogos não tinham diferença do Palmeiras de Eduardo Baptista. Só que o Cuca é o Cuca… O cara foi campeão. Vamos esperar… Sem cobrança, afinal é só ganhar do Barcelona em casa que passamos de fase e focamos somente na Libertadores. E no Mundial.

MANCHA – Um mês para consolidar que a torcida voltou a ser torcida. Na pista estávamos gigantes e saindo da Leste em uma quarta-feira no jogo contra os gambás. E ainda tivemos a batalha em Recife contra o Sport. E quem estava lá sabe como foi… Para quem não viu na TV a Mancha sendo a Mancha Verde, eles tentaram invadir a entrada do Palmeiras e correram até a entrada deles com a Mancha no calcanhar dos rivais. Outra briga com responsabilidade e mostrando força. Ainda fizemos uma caravana monstra com o time certo para o tal Ninho do Urubu e só deu Mancha. E, após 4 meses à frente da Mancha, conseguimos o retorno da faixa, instrumentos e bandeirão.

Referente ao Palmeiras, entendíamos que não era momento de meter pressão, porém não ficamos quietos e foi feito um protesto inovador. Fizemos uma coletiva de torcida com alguns questionamentos sobre o Mattos e a postura do presidente e pedindo para os atletas jogarem com raça e vontade.  Essa foi a forma de cobrar a derrota para os gambás e a eliminação para o Cruzeiro. Por entender que podíamos atrapalhar ao invés de ajudar na batalha da Liberta, não pegamos pesado, só que não ficamos quietos como a maioria da torcida palmeirense.  Vamos esperar… Afinal a Libertadores é obsessão. E acabamos nos envolvendo e quase resolvendo a briga do Melo com o Cuca. Foi feito contato com o jogador, treinador e o presidente. Falamos com as 3 partes. Notamos que era guerra de ego e quem sairia perdendo era o Palmeiras. O áudio do Felipe Melo vazou e a reintegração dele que estava certa para o dia seguinte foi para o saco.

AGOSTO/2017

PALMEIRAS – A obsessão acabou! Fomos eliminados em casa para o fraco time do Barcelona. O time entrou todo errado e no segundo tempo, com a entrada do Moises, fizemos 1×0, mas não tivemos força para buscar o segundo e nos pênaltis tivemos o Egídio. Sem contar que o centroavante que o Cuca pediu não teve culhão de bater. Foi um mês difícil, vencemos de goleada o fraco time das meninas do Morumbi em casa. Foi um 4×2 enganoso. Perdemos para a Chape em casa. E notamos que o time não jogava bola, que Cuca e o elenco mais caro do Brasil eram apenas ilusão. Sem Copa do Brasil, sem Libertadores, há 17 pontos do líder do Campeonato Brasileiro. O ano perdido em agosto.

MANCHA – O maior mosaico feito no Brasil. Tudo começou com o relacionamento entre a diretoria do Palmeiras e da Mancha. Eles entraram em contato pedindo para a Mancha fazer um mosaico. De início, eles iriam bancar o custo do material e entraríamos com a mão da obra e a expertise em mosaicos, No Brasil, de torcida uniformizada e não empresa, somente a Mancha faz com perfeição. A frase era “em busca da obsessão” e o desenho da taça Libertadores. Iria pegar o estádio todo, inclusive o gol norte. Depois da entrevista coletiva da torcida e a briga entre Melo e Cuca percebemos que o presidente era um banana e a diretoria fraca e sem pulso. Para nossa surpresa alegaram que o termo obsessão seria uma pressão nos jogadores e também falaram que não tinha verba liberada. No final, a Mancha assumiu os custos dos plásticos, alteramos o mosaico e fizemos uma festa inesquecível para a torcida do Palmeiras. Foi a Mancha que fez. Naquela derrota o único orgulho foi a festa da torcida. Até hoje temos as imagens dos mosaicos em várias páginas de palmeirenses que criticam a Mancha. E não esquecemos da festa de aniversário do Palmeiras e realizamos uma grande festa na quadra. Ainda inauguramos a loja da Turiassu, algo totalmente inovador, não uma sede para deixar vagabundo encostado o dia inteiro, sim uma loja com estilo e bom gosto. Com nível Mancha Verde de qualidade.

SETEMBRO/2017

PALMEIRAS – Apenas 4 jogos nesse mês. Com duas vitórias, um empate em casa e uma derrota em outro clássico: sereias na Vila. Só esperando o ano acabar, quem comprou passagens para Dubai estava decepcionado, pois nem a Juve iria. A torcida do Palmeiras (povão) esse ano de 2017 foi parecida com a do São Paulo, muita soberba. O Felipe Melo continuava afastado, porém não foi negociado. O Cuca sem vontade alguma e o time sem graça em campo.

MANCHA – Mês parado e resolvemos movimentar realizando o maior campeonato de futsal feito por uma torcida ou escola de samba. Foram inscritos mais de 50 times. Pintamos a quadra novamente com um material diferenciado, colocamos as redes em volta da quadra, reestreamos o placar eletrônico. Campeonato acirrado, jogos de segunda a domingo. O lugar das quebradas é na quadra e passamos a viver isto novamente. O Palmeiras sem chance de nada, muito difícil o Brasileiro. A aproximação com a diretoria do Palmeiras foi se desfazendo, pois eles não gostam de críticas.

OUTUBRO/2017

PALMEIRAS – Depois do empate contra o Bahia, o intocável Cuca pediu para sair (na verdade nunca teve vontade de ficar). O Valentim assumiu como interino e os gambás começaram a mostrar o que realmente é o time deles… Passaram a perder. E o Palmeiras, após 3 vitórias seguidas, ressurgiu no campeonato. Agora vai… Só depende de nós… Basta vencer o Cruzeiro e no clássico do próximo mês ganhar deles em Itaquera…. E já era! O Palmeiras é líder e o ano que era perdido volta a ser importante. O jogo contra o Cruzeiro foi em outubro e os juízes não deixaram o time vencer, apesar de alguns jogadores perderem gols que não se perde em jogos decisivo. O time até que foi bem, só que nossa diretoria continua sem pulso. Inadmissível sermos roubados em casa, não precisa ser ajudado, mas jamais em um jogo desse nível, deixar o juiz fazer o que fez.

MANCHA – O campeonato interno a todo vapor, com vários confrontos que acirraram a rivalidade. Ainda voltamos com o programa de Rádio Mancha Verde, na Trianon. O ritmo de caravana e arquibancada não parou e com os gambás querendo dar o título e com o Palmeiras vencendo, a expectativa de um ano com título retornou. Seria a nova Arrancada Heroica, estivemos juntos= com o time, como sempre estivemos. O clima na quadra muito bom, todas as quebradas na mesma sintonia. Bora Verdão… Vamos buscar os gambás.

NOVEMBRO/2017

PALMEIRAS – Vergonha… time sem vergonha! A derrota para os gambás da forma que foi (levando 3 gols em 10 minutos), mostrou a realidade de um time sem comando, sem diretriz, sem pulso forte. Depois disso veio a derrota para o Vitória, levando novamente 3 gols. O que dependia de nós para sermos campeões não existia mais. Demos o título para o nosso rival, ressuscitamos eles. E para surpresa de todos, nesse momento conturbado, quem me aparece para a coletiva? O treinador e um monte de marionetes (jogadores). Foi tão vergonhoso quanto a derrota para os gambás. Cadê o presidente? Cadê o diretor Mittos? Cadê os homens que mandam, para dar a cara? O ano que poderia ser glorioso foi vergonhoso.

MANCHA – Apoiamos quando tínhamos que apoiar, cobramos no momento certo (na coletiva de torcida), aonde tínhamos em disputa a Liberta e o Brasileirão. E agora era hora de fazer pressão, afinal não temos nada a perder. Somente uma nota com as fotos dos jogadores “Sem Compromisso” foi motivo para fazerem aquela coletiva patética com todo o elenco. Eles não aguentam pressão e, na primeiro proposta com pressão de verdade, pipocaram como pipocaram no jogo contra os gambás. Pamonha, banana e pipoca foi pouco. E mesmo assim tentaram mudar o foco, alegando que jogaram pedra no ônibus e quase machucou um atleta. Entrevista mentirosa do nosso capitão chorão. A torcida povão do Palmeiras, como sempre, ficou contra a Mancha. Que ótimo! Não muda nada, pois quem muda as coisas na arquibancada é a Mancha. Se estão felizes com um ano perdido, se não viram o apoio que demos o ano inteiro. Lembra lá contra a Ponte? Lembra da batalha de Montevidéu que salvamos palmeirenses? Lembra do mosaico ? Lembra que pegamos uma torcida falida e nas mãos de pessoas erradas?

Esses questionamentos não são para o povão, para eles seremos sempre o bode expiatório…. Essa pergunta é para você, manchista. Você que viveu esse ano conturbado. Analise os prós e os contras. Analise o que fizemos à frente da Mancha… O retorno dos panos, as batalhas que foram necessárias (em Campinas, Recife, Montevidéu). As cobranças ao time (coletiva de torcida em julho, pressão e pipoca em novembro). E principalmente o que fizemos na bancada… O quanto apoiamos, fizemos festas e viajamos atrás do Palmeiras (aliás, caravanas com preço justo e algumas praticamente de graça).

DEZEMBRO/2017

PALMEIRAS – Perde o último jogo do Brasileiro, contra o Patético – PR. Valentim demitido. Roger Machado já havia sido anunciado. Time de férias. Ano acabado para o Palmeiras.

MANCHA – Chegou ao final o Campeonato da União – Moacir Bianchi: feminino e masculino. Arrecadamos centenas de alimentos e preparamos cestas básicas para o Projeto Natal Alvi Verde, onde as comunidades de Guarulhos, Mauá, Pirituba, Jd. Amália (Zona Sul) e Brasilândia (Zona Norte) foram beneficiadas.

Tá acabando… Foi um ano complicado… Um ano de renascimento. A morte do Moacir ainda dói… Principalmente da forma que foi, praticada por quem vestia o verde. Isto dá vergonha, mas temos que assumir que erramos no passado. Estamos acertando no presente para no futuro manter a dignidade, união e glórias.

Acaba 2017… E que comece 2018! E lembre-se, o que foi feito em 9 meses na torcida, nunca jamais foi feito. Estamos melhores, estamos maiores, estamos mais organizados, temos liderança, respeito e principalmente amizade.

UM POR TODOS E TODOS POR UM

 

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